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Desafios para 2018 // Séries

por sacha hart, em 14.01.18

Séries para 2018

 

Semelhante ao post que fiz anteriormente - experimentar novos géneros de livros - o mesmo se aplica a  séries. 2018 servirá para finalmente arriscar em produções que me foram ampliamente recomendadas em 2017 e por outras que me despertaram a atenção. Sem dúvida que a lista podia não terminar. São tantas, tantas as que me foram recomendadas em 2017 que se torna difícil escolher por qual delas começar. No entanto, e para não tornar este post com um metro de extensão, optei por trazer aquelas que vou arriscar primeiro em 2018. 

 

The Handmaid's Tale encabeça a lista. Esperara começá-la o ano passado depois de ter perseguido o livro nas bibliotecas, livrarias e demais postos de venda onde se revelou difícil de encontrar disponível. De seguida The Crown que tem estado presente nas bocas de todas as pessoas que conheço que já se assumem como viciadas (mas também tenho Victoria na lista, para outra altura...). A seguinte sugere que eu sou uma pessoa de distopias, algo que nunca experimentei antes. Refiro-me a The Man in the High Castle que se debruça sobre um mundo em que os Nazis ganharam a guerra. Outra que tentarei seguir é Outlander, embora esteja no conflito de querer ler todos os livros que já saíram antes de o fazer (apenas 9, dou conta do recado, não?). Por último, mas que ainda não é uma escolha definitiva, é Game of ThronesSim, eu nunca vi a série. Não foi por falta de interesse, antes falta de tempo e oportunidade. Será que deva esperar até ao fim da série para a tentar ver?

 

Séries para 2018

 

No entanto -  e porque é muito fácil viciar numa série e terminá-la num dia - se me pudessem recomendar uma série para começar em 2018 qual seria? Já não inicio uma há imenso tempo pelo que séries mesmo com dez anos de existência podem ser consideradas, eu provavelmente não vi! 

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publicado às 16:13

Desafios para 2018 // Livros

por sacha hart, em 11.01.18

Desafios para 2018 - Livros

Nada como um ano novo para encontrar renovada motivação e estabelecer objetivos. Tenho pensado em quais poderiam ser os meus e, no que diz respeito a leituras, decidi-me por algo simples: arriscar novos géneros literários. Defini uma meta de 30 livros, de entre os quais quero experimentar os seguintes géneros ou temas:

 

1. Literatura de viagem

O interesse para ler algo dentro desta categoria não é novo, mas nunca li algo que verdadeiramente se integrasse aqui. O ano passado li este post, no blog Mar de Maio, onde a Inês faz algumas sugestões de livros nesta temática, e devo dizer que desde então tenho na lista Sete Anos no Tibete de Heinrich Harrer (tanto o livro como o filme). Ao reler o seu post e relembrada pelas montras da Bertrand, introduzi também na lista de autores Gonçalo Cadillhe. A última recomendação que tive foi do meu flatmate italiano que sugeriu o seu compatriota, Tiziano Terzani com o livro Disse-me um Adivinho

 

2. Distopias Indispensáveis

Perdi a conta ao número de vezes que me recomendaram que mergulhasse nestas realidades alternativas que assustadoramente se aproximam em muitos aspetos da nossa. Já adquiri Animal's Farm de George Orwell (em português, A Quinta dos Animais), e seguir-se-á também 1984. Na lista incluí também Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley, Fahrenheit 451 de Ray Bradbury Laranja Mecânica de Anthony Burgess. As minhas pesquisas mostram que existe um rol de autores neste género por ser descoberto caso venha a adorar este género. 

 

3. Holocausto

Não é um género, claro, mas uma temática. Já referi no blog que nunca tive a coragem de me lançar na leitura de algo que remonte a esta era macabra da nossa História, nem muitos foram os filmes que vi. No entanto, desde que visitei Auschwitz e alguns locais icónicos na Europa de Leste que não faz sentido dizer a mim mesma que não aguento lançar-me neste tema. Um murro no estômago será sempre, mas agora sei que o aguento. Na minha estante já tenho Shindler's List, de Thomas Keneally, e espero terminar de ver a sua adaptação cinematográfica. Na livraria de Auschwitz saltou-me à vista a trilogia de Primo Levi dedicada a este campo de concentração e os livros de Tadeusz Borowski, para começar. Na lista está também Entrevistas de Nuremberga de Leon Goldensohn com relatos das entrevistas a oficiais nazis durante os seus processos de julgamento. Já mais soft tenho também em standby a famosa obra de Markus ZusakA Rapariga que Roubava Livros.

 

4. Laureados com o Prémio Nobel da Literatura

Não seria uma estreia, já que li José Saramago Pearl S. Buck, ambos de quem espero ler mais. No entanto, a lista é longa no que toca a laureados e muitos são os livros que me têm sido recomendados. Em primeiríssimo lugar da lista está, sem dúvida, Cem anos de solidão de Gabriel García Márquez. Em segundo terei que dizer algumas obras de Svetlana Alexijevich que por várias vezes fiquei tentada a comprar, tais como Vozes de Chernobyl e Rapazes de Zinco. Uma última escolha para ler em 2018 será O Estrangeiro de Albert Camus.

 

Como podem ver a lista de livros não para de crescer, mas estou sempre aberta a sugestões. Seja de novos géneros ou de livros que se insiram nestas categorias, deixo-vos uma pergunta que é simultaneamente um apelo: que livro me desafiariam a ler em 2018?

Boas leituras!

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publicado às 17:32

Falemos de design novamente

por sacha hart, em 09.01.18

Em 2018 há um tema que quero reavivar no blog – o design. Em tempos era um dos temas principais do Rebel Yell, mas no ano passado nem viu um post dedicado ao mesmo. A tendência inverte-se graças ao desafio que a Equipa Sapo me lançou para partilhar as minhas inspirações neste que é um dos meus hobbies preferidos!

Quando me refiro a design é, na verdade, a remodelação do visual dos blogs. Foi algo pelo qual ganhei interesse há cerca de 5 anos, ainda quando o Rebel Yell era criado de fresco. Não sabia o que envolvia nem por onde começar, mas aos poucos e poucos, com a ajuda de imensos tutoriais e após muitas tentativas falhadas, finalmente consegui desvendar os códigos CSS e HTML que dão corpo ao visual dos nossos blogs e criar os primeiros designs.  Rapidamente se tornou uma das coisas que mais fazia e, sempre que me apanhavam ao computador, estava à procura de aprender mais ou a trabalhar em novos designs que depois passei a partilhar na blogosfera e, mais tarde, a criar o The Design Project.

Tudo isto porque acredito que, apesar de o mais importante num blog ser o seu conteúdo, o visual do mesmo tem peso na impressão daqueles que o leem. Os leitores reconhecem-nos não só pela escrita, como também pela imagem. Antes de lerem os nossos posts, reparam nas cores, fontes e restantes elementos que emolduram o texto. Nisto tenho a dizer que ao dar de caras com um novo blog sou influenciada pelo seu aspeto já que considero muito mais agradável ler um post num design legível e bonito, a fazê-lo num blog que descurou esta tarefa.

Mas, mais importante que ter um design bonito, é, na minha opinião, ter um design que grite a essência do blog e do blogger por trás. Um visual que espelhe a personalidade do seu conteúdo convida ainda mais a ser lido! Foi por esta razão que comecei a criar visuais personalizados e este post destina-se precisamente a mostrar-vos o processo!

 

Design

  

Os primeiros passos: planear

Criar um design de raiz raramente é tarefa simples e a parte mais complicada consegue ser por vezes idealizar que design quero fazer, especialmente em alturas em que as ideias abundam e não sei qual delas seguir. O que faço é procurar inspiração e refletir em como quero que o resultado final, criando depois um rascunho que contenha quais os elementos que quero incorporar (barra lateral, barra de navegação, widgets, número de componentes...). Penso igualmente em que estilos de fontes quero usar ou combinar, nas cores e texturas que quero misturar e nas decorações de texto ou elementos. Deixo tudo escrevinhado a papel para me guiar. Não há uma escolha certa nem errada, o objetivo é pura e simplesmente criar uma base que sirva de ponto de partida para começar a executar o design. Nesta fase uso como ferramentas indispensáveis alguns sites tais como: Pinterest onde procuro inspirar-me noutros designs e paletes de cor mas onde também é possível encontrar tutoriais e dicas sobre design; COLOURlovers para encontrar esquemas de cor; 

 

Mãos à obra: executar

Começa a parte divertida mas que dá bastante trabalho. Com base no rascunho de inspirações, começo por transformar as cores, depois os tamanhos, elementos e por aí em diante. Na verdade, o que faço é brincar com as alternativas, experimentar várias combinações até estar satisfeita com o resultado. É normal ter bloqueios, é normal que erros aconteçam e é normal que aquilo que planeei antes de começar não se realize de todo. Posso levar horas ou dias até alcançar um primeiro esboço do design, mas o importante é nunca desistir até ter algo de que me orgulhe e goste. Nesta fase, para sites úteis, recomendo W3Schools que está lá para mim sempre que preciso de esclarecer alguma dúvida em relação aos códigos. Para iniciantes este site é uma pérola!

 

Limar as arestas: rever

Por fim, resta-me analisar o esboço final a que chego. A prioridade é não só assegurar-me que gosto do resultado final, mas também de que este esteja equilibrado e completo. Revejo todos os elementos, personalizo o conteúdo dos componentes e testo-o em várias browsers para me assegurar que bate tudo direitinho independentemente do computador, tablet ou telémovel que o vizualiza. Estando tudo okay, resta-me implementá-lo no blog, já que nunca crio visuais diretamente no blog a que estão destinados. 

 

Portefólio

 

 Espero ter-vos incentivado a começarem a experimentar a personalização dos vossos blogs. Foi algo muito geral mas caso queiram ver posts mais específicos e elucidativos estarei completamente disponível para o fazer. Para algo mais não hesitem em contactar-me para sachaa.hart@gmail.com 

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publicado às 13:56



Lisboeta de 20 anos a aventurar-se em Erasmus. Blogger, leitora e pseudo-escritora nos tempos livres. Entusiasta e sonhadora.


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