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Leituras // Junho

por sacha hart, em 30.06.15

Junho revelou-se um mês atribulado, mas satisfatório em leituras. 6 livros passaram-me pelas mãos e revelaram-se boas surpresas.

  

    

 

 

1. New Year de Pearl S.Buck

Tendo sido um livro oferecido pela minha professora de Inglês, uma senhora de excelente bom gosto, estava bastante entusiasmada com esta leitura. Apesar de ser bastante diferente do género habitual que leio, "New Year" revelou-se uma leitura de descoberta de uma realidade passada sobre a qual eu não tinha a menor ideia (o dilema dos filhos de soldados americanos nascidos durante a Guerra da Coreia).  Não é um livro denso, nem profundo, mas enternece o leitor. Cativou-me ainda pela escrita - li-o em inglês, mas dado a sua data de escrita (1968), tinha uma gramática e vocabulário que não estava nada acostumada a ver. Foi um desafio e superei-o bem. Gostei muito deste llivrinho e vou estimá-lo para a vida.

 

2. Primeiro Amor de James Patterson

Estava de olho neste livro há muito tempo. Assim que o comecei a ler, já não consegui parar. Completa-se através de duas personagens magnetizantes e especiais, Axi e Robinson, melhores amigos que, sem nada a perder, decidem seguir por uma viagem não planeada pelos Estados Unidos. É a viagem de uma vida para estes dois. Não só a amizade é valorizada neste livro, mas também o amor, a luta e a perda. A escrita do autor não é nada de outro mundo, mas creio que foi a sua simplicidade que cativou ainda mais, complementando uma história já de si interessante. Para aqueles que dizem que isto se parece a "A Culpa é das Estrelas", acho que não vêem além do clichê. É diferente, o que se mantém igual é a sensação de "coração apertado" e, talvez, as lágrimas no final (não foi o meu caso com este livro). Recomendo-o mesmo!

 

3. Highlander - Desejo de um Escocês de Maya Banks

Desejava este livro há imenso tempo, pois é a continuação de um dos meus favoritos, Nunca Seduzas um Escocês. Foi a minha única aquisição na Feira do Livro e comecei-o a ler mal tive oportunidade. E sabem que mais? A-D-O-R-E-I. Gostei ainda mais do que o primeiro livro da trilogia. Neste livro, Maya Banks capta a nossa curiosidade para Bowen Montgomery, um fervoroso guerreiro escocês, e Genevieve McInnes, uma mulher quebrada por um passado de sofrimento. As suas personagens são incríveis e o enredo construído pela autora é fantástico, recheado de peripécias amorosas, lutas e descobertas surpreendentes que exploram o melhor e o pior do lado humano. É um daqueles livros que só me dá vontade de reler. Certamente, assim o farei. Considerem adicioná-lo à vossa wishlist! 

 

4.  O Príncipe Corvo de Elizabeth Hoyt

Já tinha lido outros livros desta autora que se inserem todos no mesmo género: romance histórico. Não é de todo desagradável, embora Elizabeth Hoyt não me conquiste completamente com a sua escrita e histórias. O Príncipe Corvo ajudou-me a cimentar essa ideia. É um bom livro, com personagens interessantes e um bom drama, mas creio que o potencial não foi aproveitado ao máximo. Não foi uma leitura entusiasmante, mas ainda assim revelou-se uma boa maneira de gastar o meu tempo.

 

5. Na cama com um Highlander de Maya Banks

Não é segredo nenhum que eu sou amante dos livros do género de romance highlander. É o meu género favorito e, como tal, estava a namorar este livro há já muito tempo mas nunca o conseguia pois estava sempre reservado na biblioteca. Finalmente consegui tê-lo nas minhas mãos este mês. Na Cama com um Highlander pode não ser um titulo muito bonito, mas certamente compensa com o desenrolar da história. Inicia-se com Mairin, filha ilegítima do rei da Escócia, que é a a chave para um grande dote. Como tal, é um trunfo na mão de qualquer homem que a faça sua mulher. Isso só torna a sua vida num inferno e, por entre caminhos sinuosos, leva-a para os braços do selvagem laird de um clã na ruina, Ewan McCabe. O resto é vosso para desvendar. Apaixonei-me por esta história, embora não seja das melhores dentro deste género que já li.

 

6. O fruto proibido de Sherry Thomas

Este foi o primeiro livro que li de Sherry Thomas e, como tal, é sempre uma experiência nova ler um novo autor cuja escrita desconhecemos.Sherry Thomas não faz o meu estilo. Este romance histórico, O Fruto Proibido, tem os seus aspetos positivos e negativos. A longa lista de segredos e tramas das variadas personagens engloba ambos pois por um lado tem revelações surpreendentes, por outro tantas coisas a acontecer tornam-no pouco credível. Verity Durant, personagem principal, assume imensas facetas, mas no geral é conhecida por ser uma excelentíssima chef de cozinha. Nisto, muito no livro refere-se a gastronomia, o que não me interessou nem um pouco. O modo de escrita da autora é sofisticado, com o seu toque de simplicidade, o que não é mau de todo e facilita a leitura (li-o todo numa só dia). Ainda assim, este livro não me convenceu. Foi apenas "bom", nada de especial a acrescentar nem nenhum aspeto memorável. 

  

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publicado às 15:34


5 comentários

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De pat a 30.06.2015 às 17:35

Sim, supera pelo facto que é mais chocante! Mas o primeiro também é muito bom, li o primeiro e o segundo ambos em dois dias! Beijinhos
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De • Smartie a 30.06.2015 às 22:40

Ainda bem que tiveste um bom mês de leituras :D
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De Isabella a 02.07.2015 às 22:23

Muito obrigada querida!
Fico contente que me acompanhes, em breve tentarei preparar algo!
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De Isabella a 04.07.2015 às 22:56

Muito, muito obrigada :)
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De Sara a 04.07.2015 às 23:03

Eram mesmo todos verdadeiros! Oh não faz mal :)
Já me deste uns livrinhos para a lista, adoro estes teus posts!

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Lisboeta de 20 anos a aventurar-se em Erasmus. Blogger, leitora e pseudo-escritora nos tempos livres. Entusiasta e sonhadora.


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