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Isla and the Happily Ever After

por sacha hart, em 26.01.16

Isla and the Happily Ever After

a imagem não me pertence 

 

Não sei muito sobre coisas perfeitas no mundo, nem sobre as imperfeitas. Muito menos sei sobre coisas que conseguem ser ambas ao mesmo tempo. Isla and the Happily Ever After é contraditoriamente um história perfeita com um rumo imperfeito.  

Tinha um pressentimento que ia gostar muito deste livro. Foi entusiasmante tê-lo finalmente nas minhas mãos, ler as primeiras linhas e adorar novamente a simplicidade bela que Stephanie Perkins dá às palavras.  Ora, só “gostei muito deste livro” não serve. Adorei este livro. Haverá para sempre uma parte de mim que estimará esta história e se lembrará dela por todos os momentos de coração quente e sorrisos ternos que me deu, e também dos momentos apreensivos, de respiração suspensa e ansiedade expectante.

Como último livro da trilogia, Stephanie Perkins desvenda por fim a história de Isla e Josh, já antecipada no primeiro livro da trilogia. Não previa que começasse em Manhatan, florescesse em Paris e se tornasse real em Barcelona. Tudo acontece repentinamente mas não deixa de ser encantador e electrizante.

Na verdade, mais do que em qualquer outro livro de Stephanie, perdi-me nos sonhos de Isla e Josh. Literalmente, tudo na história sobre estes dois era belo. Apaixonante, juvenil e um pouco demasiado improvável para ser real. Não interessa. Amei. Para além do casal, outras personagens enriquecem este livro de uma maneira que não existem nos outros volumes. Kurt Cobain, o melhor amigo de Isla, e Hattie, a irmã mais nova dela. Embora tenham havido momentos de incerteza e mágoa, sentimentos confusos e decepção, erros que pareciam irreparáveis…tudo é colmatado no fim. Sem dúvida, um final feliz.

Atinge a perfeição quando voltamos a rever Anna e Étienne, Lola e Cricket. Todos juntos dão, no fim, um sentido a este livro que vai além daquilo que eu posso pôr em palavras. Poderia ficar aqui eternamente a dizer-vos tudo e mais alguma coisa que adorei nos três livros. Especialmente no último, que conseguiu talvez superar o primeiro. Não sei. São muitos sentimentos em relação a estes dois livros de tal modo que não consigo pensar claramente. É uma trilogia que valerá sempre a pena reler. Porquê? Nesta fase da minha vida – sim, a “dura” adolescência - relacionei-me com as personagens. Anna e Isla pensam um pouco da mesma maneira do que eu. Partilhamos incertezas e fraquezas. Se elas as conseguiram superar, eu também irei. Lola surpreendeu-me pela sua determinação em assumir quem realmente é. Étienne será inesquecivelmente o rapaz mais encantador sobre quem já li e Cricket por ser o rapaz atencioso e adorável que todas as raparigas gostariam de ter como vizinho. Por último, Josh, o que mais me inspirou. Um rapaz que procurava ser compreendido e ser feliz. No fim, conseguiu ambas.

 

I smile up at him. “It’s beautiful. But what comes next?”

“The best part”. And he pulls me back into his arms. “The happily ever after”.

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publicado às 17:02

Lola and the Boy Next Door

por sacha hart, em 13.01.16

 

Lola and the Boy Next Door

 

Oh, Stephanie Perkins. Já não tenho dúvidas de que esta escritora tem um talento imenso para criar histórias emocionantes recheadas de personagens carismáticas e inesquecíveis. Lola and the Boy Next Door foi a minha escolha para o primeiro livro do ano e uma coisa vos digo: que bela forma de iniciar 2016

Depois de me ter apaixonado por Anna and the French Kiss, esperava encontrar o mesmo nos restantes livros da trilogia.  Lola and the Boy Next Door, o segundo livro da mesma, traz novas personagens e um novo cenário. Paris é substituída por San Francisco. Lola é nossa narradora, uma adolescente irreverente em quem é impossível não reparar. Simples não consegue descrever esta personagem, deixo à vossa curiosidade lerem o livro e entenderem porquê. As restantes personagens são igualmente curiosas, assim como as histórias de vida que têm por trás. Neste livro, todos são peculiares à sua maneira.

A história propriamente dita foge, tal como no livro anterior de Stephanie Perkinsao clichê girl-meets-boy. Para mim é sempre uma abordagem diferente e interessante de ler. Para além da exploração dos amores de Lola, a autora foca também questões familiares e de aceitação pessoal que achei deliciosos de ler. 

No entanto, e isto tenho de dizer, fiquei desapontada por não me sentir arrebatada por este livro. Não senti. Pensei que me ia cair o mundo, tal como tinha acontecido depois de ler Anna and the French Kiss. Embora tenha personagens excelentes, apenas uma me faz sorrir quando surge no meu pensamento. O facto de Anna e Etienne (protagonistas do livro anterior) integrarem a história é fantástico! Prova que ainda me derreto com estes dois.

Foi um livro bom, muito bom de se ler. É engraçado e inspirador. Dito isto, é uma leitura recomendadíssima e a não perder. Por agora, tenho em mãos o último livro da trilogia, Isla and the Happily Ever After, o derradeiro final. Em breve fica a review.

Stephanie Perkins books

 note: as imagens não me pertencem 

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publicado às 14:10

o meu ano em livros

por sacha hart, em 27.12.15

Chegou finalmente a última semana do ano e, como tal, é tempo de fazer uma retrospectiva às leituras que preencheram muitos dos 365 dias. A meta eram os 50 livros, mas cheguei aos 54! Nada mau, embora ligeiramente abaixo do recorde pessoal estabelecido o ano passado. 

Quem segue o blog pôde acompanhar mensalmente as minhas leituras através da tag Leituras Mensais. Também fiz algumas reviews mais elaboradas, especialmente daqueles livros que mais gostei. Alguns deles entraram mesmo para o meu coração e gostava de os mencionar aqui: Me Before You de Jojo Moyes, Anna and the French Kiss de Stephanie PerkinsNight Road de Kristin Hannah e o O Menino de Cabul de Khaled Hosseini.  

Uma inovação para 2015 foi expandir as minhas leituras para outras línguas que não o português. Investi mais em livros em inglês (9) e, pela primeira vez, ler um livro em castelhano!  Foram, sem dúvida, boas experiências que vou querer repetir em 2016. 

Podem seguir as minhas leituras no GoodReads. Esta plataforma incrível elaborou as estatísticas maravilhosas que partilho convosco de seguida. Mas antes, resta-me desejar que 2016 seja um ano ainda melhor em leituras, que traga desafios e novas histórias. Desejo-o para mim e para vocês! Boas leituras! 

 

 

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publicado às 19:37



Lisboeta de 19 anos a aventurar-se no segundo ano de faculdade. Blogger, leitora e pseudo-escritora nos tempos livres. Entusiasta e sonhadora.


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