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The Bick Sick // Cinema

por sacha hart, em 14.10.17

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Recentemente dei-vos a conhecer as 5 estreias que não queria perder, de entre as quais The Big Sick era uma. A curiosidade despertou quando vi a entrevista de Kumail Nanjian no The Late Show with Stephen Colbert onde apresentou o filme da sua vida, o qual protagoniza e escreveu. Só o teaser que passaram foi suficiente para me deixar mortinha por o ver. Finalmente, ainda antes da sua data de estreia em Portugal, arranjei maneira de ver o filme aqui em Budapeste e... wow, acho que tenho uma nova entrada na lista de filmes favoritos! 

 

De que se trata The Big Sick, então? É, como disse, um filme inspirado na história verídica de Kumail Nanjiani - ou, melhor dizendo, na sua história de amor. Ainda um comediante paquistanês a tentar sobreviver da stand-up comedy em Chicago, Kumail conhece Emily depois de uma das suas atuações e rapidamente percebem que a química que os une supera a vontade que os dois têm de não se meterem numa relação. Até porque, para Kumail, a pressão de se casar com uma rapariga paquistanesa é mais do que muita! Sem querer entrar em spoilers, esta é apenas uma de tantas barreiras à relação, sendo a segunda o coma de Emily que obriga Kumail a enfrentar a crise da sua doença -  e dos pais dela - ao mesmo tempo que tem de lidar com as expectativas que a sua própria família lhe coloca. 

 

‘Can you imagine a world in which we end up together?’

 

Embora o filme seja apelidado de comédia romântica, não há dúvidas de que se trata também de um drama brilhantemente construído capaz de nos fazer refletir sobre relações, compromissos, tradições e barreiras culturais e, acima de tudo, como sermos honestos connosco próprios e com os outros de modo a não perdermos as melhores oportunidades e pessoas das nossas vidas. 

De uma maneira bonita e cómica, este é um filme que passa imensas lições. Literalmente, foram 120 minutos da minha vida em que passei por um rol de emoções. Senti-me com o coração bem quentinho perante uma história que fugia aos clichés habituais e que, sendo uma comédia espetacular, tratava uma história bastante séria e o equilibro entre estas duas dinâmicas está muito bem conseguido.  

Não só a história surpreendeu, também o elenco contribuiu para que gostasse imenso deste filme. Nanjiani a fazer de si próprio de uma forma tão genuína e engraçada transmitia uma química que não me passou despercebida enquanto espetadora. A Zoe Kazan, Holly Hunter e Ray Romano foram a melhor escolha para interpretar Emily e os pais dela, assim como os atores que protagonizam a família de Nanjiani me arrancaram imensas gargalhadas!

Por tudo isto fiquei completamente agarrada durante os 120 minutos de filme. Adorei a história e a maneira de como foi realizada. Mais impressionante ainda é pensar que foi real, que foi a história dele. Sim, é a melhor comédia romântica que já vi e, possivelmente, o filme que mais gostei de ver este ano. Vai ser daqueles que irei repetir over and over again

 

The Bick Sick

 

Em Portugal estreará a 26 de Outubro. Não percam a oportunidade de ver este filme fantástico no grande cinema. Prometo que não se irão arrepender!

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publicado às 18:01

Um dia pelas ruas de Bratislava

por sacha hart, em 12.10.17

Bratislava

Já faz quase três semanas desde que tive a minha breve aventura pela capital eslovaca. Finalmente consegui algum tempo para escrever este post e mostar-vos um pouquinho desta cidade que não estava sequer nos planos, mas provou ser um destino de última hora agradável!

 

 

 

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publicado às 18:33

Uma noite em Lisboa // o que fazer?

por sacha hart, em 10.10.17

Noite em Lisboa

 O que fariam se tivessem apenas uma noite para conhecer Lisboa? 

 

O Jorge, o meu colega de casa mexicano, nunca teve a oportunidade de conhecer o nosso belo país, mas está prestes a ter oportunidade de passar umas horas em solo português durante a escala de um voo. Infelizmente, todas essas horas serão noturnas, mas mesmo assim consegui convencê-lo a sair do aeroporto e ir descobrir Lisboa menina e moça tanto quanto possa!

Surgiu assim a ideia de lhe esboçar um guia noturno com sugestões do que fazer e ver em Lisboa durante a noite. A lista poderia ser maior e para isso pedia a vossa colaboração: se tiverem alguma sugestão let me know! O Jorge agradece e eu também! 

 

1. Deambular pelo centro histórico

Lisboa conhece-se a pé e esta será a zona que eu recomendarei ao Jorge. Abrange uma área consideravelmente grande, mas que se faz muito bem a pé. O movimento de pessoas e animação não diminui durante a noite e a beleza dos prédios antigos da nossa Baixa só lhe conferem mais vida ainda! Depois de conferir a Avenida da Liberdade, Restauradores e Rossio, Chiado e Terreiro do Paço, a terminar no Cais do Sodré. 

 

2. Observar Lisboa desde as alturas de um miradouro

Quem poderá ficar imune à beleza da cidade vista de uma das suas colinas?  A vista apaixonará qualquer pessoa!  Sugerirei alguns dos meus favoritos: o da Nossa Senhora do Monte, o da Graça, as Portas do Sol, o de Santa Catarina (Adamastor, como eu prefiro chamar) e o de São Pedro de Alcântara. 

 

3. Em alternativa, beber uma cerveja num rooftop bar

São famosos pela cidade pela mesma razão que os miradouros. Conhecendo o Jorge, sei que estará mortinho para experimentar as cervejas pretas portugueses, sobretudo a SuperBock. Recomendar-lhe-ei o Park mas poderão encontrar outras sugestões nesta lista.

 

4. Provar uma refeição tipicamente portuguesa

Diria que este ponto é um dos mais necessários da lista. Dar a provar comida portuguesa é remédio certo para garantir que os turistas queiram voltar a Portugal! Sugerirei um dos meus restaurantes favoritos no Bairro Alto, não só pela comida genuinamente portuguesa como também pelo ambiente tradicional - o Príncipe do Calhariz. Como alternativa para algo mais moderno e apelativo para instagrammers, o Mercado da Ribeira é outra escolha a apontar.

Castanhas assadas e a ginjinha têm também de ser incluídas na lista de coisas a provar!

 

5. Deleitar-se com um pastel de nata acabadinho de sair do forno

Sim, acabei de falar de comida no ponto anterior mas este merece um destaque especial. Estas delicias derretem o coração de qualquer um que as prove (só de pensar nisto dá-me imensa vontade de voltar a Lisboa e correr até ao meu sítio preferido: a Manteigaria).

 

6. Descobrir a animação da vida noturna 

Não creio que seja uma prioridade entrar numa discoteca quando se tem apenas umas horas em Lisboa, mas certamente recomendarei que dê um saltinho aos bares da Pink Street ou do Bairro Alto!

 

Acham que a lista cobre o essencial?
Têm mais alguma sugestão?

a imagem original não me pertence

encontrada no Google sem rerefência

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publicado às 18:11



Lisboeta de 19 anos a aventurar-se em Erasmus. Blogger, leitora e pseudo-escritora nos tempos livres. Entusiasta e sonhadora.


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